17 de out de 2010

Aliança Francesa

 Uma das colaboradoras do Projeto Psicanálise na Cultura, é a escola Aliança Francesa que através do estudo do francês vem trabalhando na propagação da cultura como um todo nesta região. Por entremeio de diversas palestras, seminários e exposições, tem contruibuído de forma significativa para o incentivo não só à arte, mas às ciências e ao saber popular.



Razões para estudar francês?

O Francês no mundo

  O Francês é falado em 56 países nos 5 continentes
   Mais de 78 milhões de turistas  visitam a França todos os anos.
   O Francês é uma das línguas oficiais da cultura, do turismo, da ciência e da tecnologia, dos negócios, da gastronomia e da diplomacia.  

O Francês nos estudos

  O Ensino superior na França é gratuito. Existem vários programas de bolsas para estudar na França.
  Cerca de 10% dos estudantes na França são estrangeiros.
  Os diplomas do ensino superior francês são válidos em toda a Europa.
  Algumas das melhores universidades brasileiras já assinaram acordos de duplos-diplomas com universidades francesas. 

O Francês nos negócios

  Cerca de 1 milhão de funcionários trabalham para empresas que utilizam a língua francesa no Brasil.
  Mais de 600 empresas de língua francesa estão aqui instaladas.
  O governo do Quebec no Canadá oferece oportunidade para profissionais de nível técnico ou universitário .
  A França é um dos maiores investidores estrangeiros no Brasil .

O Francês na formação cultural

Aprender francês amplia o universo cultural em vários aspectos: história, cinema, artes plásticas, literatura, turismo, gastronomia, design, ciência política e relações internacionais. 

* As seguintes razões foram reproduzidas do site oficial d'Aliança;

CONTATO:

ALIANÇA FRANCESA DE MANAUS
RUA LAURO CAVALCANTE 250,
CENTRO, MANAUS, 69020-230
FONE: 3232 1373
www.aliancafrancesamanaus.com
www.afmanaus@internext.com.br

Os Escritos Técnicos de Freud - 16/10/10

Notas do dia 16/10/10

A palestra tratou, em especial, sobre a Resistência. Dentre os aspectos mais relevantes podemos destacar:

Análise é uma experiência do particular. Não há neste sentido, ao contrário do que muitos psicanalistas pensam, um método padrão na psicanálise. Cada analista assume em cada situação o método que mais for conveniente para o sucesso analítico.


RESISTÊNCIA

- Acerca da resistência, o conceito levantado foi de que sempre que se entra em contato com algum conteúdo conflitivo com o qual na maioria das vezes o sujeito tem conteúdos não elaborados ocorre a

- Ela se torna mais forte ao passo que a análise aprofunda-se em temas que supostamente apresentam conflitos.

- Isso não quer dizer que o paciente é inimigo da análise, ao contrário, a resistência permite ao analista perceber os objetos de conflito.

- Ela aparece sempre em ligação com o Ego;


CONTRATRANSFERÊNCIA

- É a função do Ego do analista, trata-se da soma de todos seus preconceitos

- Análise busca reconquistar (pelo menos em parte) a realidade autentica do inconsciente pelo sujeito.

Sobre formulações de Freud Sobre o Ego:

- Temos que não há uma única teoria do teórico sobre Ego, e sim uma formulação que se adéqüe a cada caso estudado;

- É válido esclarecer que a Psicanálise representa um rompimento com a Psicologia Clássica e qualquer tentativa de aproximá-las não é psicanálise, e sim Psicologia do Ego.

- Sendo esta última a que usualmente é transmitida nas universidades com a nomenclatura de Psicologia Psicanalítica, ou mesmo Psicanálise. O que corresponde na verdade, a um desvirtuamento da Psicanálise.


Sobre PSICANÁLISE, Lacan faz uma análise das analises, falando sobre analise inquisitorial

- Foi a primeira a perceber o sujeito em conflito com ele mesmo;

- Trata-se de uma técnica que respeita o Sujeito;

- Nesta perspectiva foi feita a leitura de um caso descrito por Annie Reich em um artigo de sua autoria. No escrito esta elucida sobre contratransferência, relatando provavelmente uma “análise didática”.

- Foi feita uma discussão sobre o erro que a tal analista (de renome, diga-se de passagem) cometeu ao interpretar um fato relativo ao paciente com conteúdos seus, uma interpretação de Ego a Ego.

- Na verdade, a interpretação deve sempre apontar para a falta.


PRÓXIMA AULA:

- O eu e o outro;

- Trataremos sobre um esquecimento muito significativo de Freud durante uma de suas intervenções. O esquecimento de Signoreli, episódio no qual ele está impicado;